sexta-feira, 16 de maio de 2014

Clientes do Google Apps já contam com criptografia end-to-end

O Google Apps Message Encryption permite que e-mail enviados para sistemas que não pertencem ao Google, como Yahoo e Microsoft Exchange, sejam protegidos


O Google anunciou o lançamento de um novo produto que permitirá que os usuários corporativos criptografem e-mails enviados para sistemas que não são de propriedade da empresa, como Yahoo e Microsoft Exchange.

Da mesma forma que outras empresas como o Facebook, o Google já possui suporte para criptografia, mas apenas para as mensagens trocadas entre os seus usuários e seus próprios servidores - mensagens enviadas para outros sistemas não são criptografadas.

A novidade foi possível graças à parceria que a gigante das buscas fechou com a empresa de proteção de dados de e-mail ZixCorp, a responsável por desenvolver o novo produto chamado de Google Apps Message Encryption (ou apenas GAME). 

A solução já está disponível e permite aos administradores "configurar os usuários autorizados para enviar e-mails criptografados e definir políticas de criptografia com base em um conteúdo específico da mensagem", diz o Google. "Isso permite que sua organização criptografe automaticamente um e-mail sensível baseado em políticas estabelecidas para e-mail e segurança de dados."

De acordo com o CEO da Zix, Rick Spurr, o serviço será oferecido diretamente para os clientes do Google e serão criados portais que levarão o nome ou marca associada ao cliente. "Montamos um portal personalizado para eles", disse Spurr. 

No entanto, a Zix estará nos bastidores recebendo as mensagens do Google que precisam ser criptografados para transmiti-las a qualquer sistema de e-mail fora do ecossistema da gigante. 

O Google já fornecia um serviço de criptografia chamado de "Google Message Encryption" e que custa 35 dólares ao ano por cliente. Estima-se que o preço para a versão desenvolvida pela Zix seja o mesmo. Para adquirir o produto, o cliente deve entrar em contato com um representante de vendas do Google.


Via: CIO

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