Segundo ela, a informação foi repassada pela Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel), e o governo norte-americano teria informado
que essas antenas são utilizadas para a comunicação entre Washington e a
embaixada, em Brasília, além dos consulados. Contudo, Vanessa apontou
que essas estruturas não estão restritas à embaixada e aos consulados
norte-americanos no País e acrescentou ainda que parte dessas antenas é
fixa e outra parte é móvel.
"Queremos uma explicação muito mais sólida da embaixada americana sobre a localização, potência e o uso dessas antenas", afirmou a senadora. "Não sei por que há antenas fora da embaixada e do consulado. É algo que queremos analisar." Questionada sobre se essas antenas poderiam ser utilizadas para espionar autoridades e empresas no País, Vanessa respondeu: "Tudo é possível".
A senadora disse ainda que também receberam autorização da Anatel para instalar antenas próprias no Brasil embaixadas de outros países, como França, com cinco; Chile, duas; e a Romênia, 20.
"Queremos uma explicação muito mais sólida da embaixada americana sobre a localização, potência e o uso dessas antenas", afirmou a senadora. "Não sei por que há antenas fora da embaixada e do consulado. É algo que queremos analisar." Questionada sobre se essas antenas poderiam ser utilizadas para espionar autoridades e empresas no País, Vanessa respondeu: "Tudo é possível".
A senadora disse ainda que também receberam autorização da Anatel para instalar antenas próprias no Brasil embaixadas de outros países, como França, com cinco; Chile, duas; e a Romênia, 20.
Via: InfoAbril
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