O governo planeja incluir o incentivo do fornecimento de banda larga pela rede elétrica como parte da nova fase do Programa Nacional de Banda
Larga (PNBL), lançado no final de 2011 com o intuito de
oferecer internet rápida a um preço acessível para pessoas com baixa
renda.
Intitulado de PNBL 2.0, a nova versão do Programa pretende
incluir novas tecnologias e exigir das operadoras participantes um
aumento na velocidade mínima oferecida na hora da contratação. O
ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, explica que o PNBL foi
lançado quando a Internet ainda tinha uma penetração menor, e hoje as coisas estão evoluindo rapidamente.
Segundo informações da Folha de S. Paulo,
as mudanças para incrementar o Programa devem começar ainda em 2012, e
no início do próximo ano a versão 2.0 será apresentada
oficialmente. Para ajudar no processo de expansão, o governo vai abrir
mão de R$ 7 bilhões até 2016, pois um decreto vai isentar os impostos
das infraestruturas, facilitando a expansão das redes.
Após a
publicação desse decreto no Diário Oficial, que deve ocorrer nos
próximos dias, o passo seguinte será determinar exatamente quais
equipamentos de infraestrutura serão desonerados. Ainda segundo a Folha,
os primeiros a entrarem nessa lista são os cabos de fibra ótica,
antenas e equipamentos de 'smart grids'.
Esses últimos são
conhecidos também como redes inteligentes, e correspondem a medidores
que utilizam a tecnologia da informação para o sistema elétrico, o que
permite economizar energia de maneira eficiente.
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