quinta-feira, 12 de julho de 2012

Aplicativo dá dicas de segurança conforme a localização do usuário


Um aplicativo chamado SafeCity promete ajudar os usuários a se prevenir contra crimes nas cidades brasileiras. A ferramenta, desenvolvida pela empresa brasileira i4People, usa informações da Secretaria de Segurança Pública e dados publicados em meios de comunicação para alertar o internauta sobre pontos de insegurança na região onde ele está. 
Por enquanto, o app funciona apenas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. “A proposta do SafeCity é ser uma ferramenta de inteligência urbana para a população das principais cidades brasileiras”, diz Luis Esnal, sócio-proprietário da desenvolvedora.
safecity
Tela da versão para Android

Além das informações sobre segurança, o aplicativo também traz dicas e serviços ao usuário nas regiões selecionadas, como delegacias e hospitais próximos. 
Recursos
O SafeCity funciona por geolocalização, informando dados de segurança daquele bairro, como incidência de roubos ou furtos. “Estando mais informado, o cidadão se sente mais seguro e capacitado para tomar uma decisão, como deixar o carro em um estacionamento ou não circular com um notebook pela rua”, diz o executivo.

Disponível para Android e iOS, o app custa 3 dólares. Ao acessar o aplicativo, o usuário é localizado e a ferramenta informa quais as ocorrências criminais de destaque na região. Apertando o botão “Dicas”, exibe conselhos aos problemas de segurança anteriormente informados. Já o "Alerta Especial" dá dica sobre algum problema que foge às estatísticas, mas que pode ser útil para o lugar. 
A ferramenta também oferece um sistema de filtros, que permite pesquisar informações sobre outros bairros. 
De acordo com a empresa, as informações serão atualizadas periodicamente, a partir de novos dados públicos oferecidos pela Secretaria de Segurança Pública e apontamentos enviados pelo próprios usuários da ferramenta.
No caso da Apple, o aplicativo é compatível com iPhone e iPod Touch em todas as versões. Já para Android, a partir da versão 2.1 da plataforma.
Via: IDG Now

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