Para
muitos, um dos fatores que influencia na compra de um aparelho é
conhecer sua construção interna, especialmente seu nível de
repairabilidade, que afinal influencia diretamente sua vida útil. Se
você é um deles e estava esperando mais informações para se decidir
sobre a compra ou não do novo Galaxy S III, o ifixit.com acabou de
publicar um guia de desmontagem e resumo dos componentes disponíveis dele:
De
uma forma geral, o Galaxy S III usa uma construção muito similar ao S
II, mantendo a mesma construção plástica (com exceção de um pequeno
reforço metálico, aparentemente de magnésio usado para enrijecer a área à
direita da tela)
A
placa lógica mantém o mesmo formato básico, apenas um pouco maior,
seguindo o aumento nas dimensões do aparelho. Naturalmente o componentes
na placa mudaram bastante, a começar pelo SoC, que agora embute o chip
de memória RAM. Ela inclui também um chip de memória Flash de 16 Gb (ou
32 GB, de acordo com o modelo), um processador baseband da Intel (em
verde) e um chi Wi-Fi da Murata (em vermelho) intencionalmente
posicionado bem distante dos outros chips, com os amplificadores e chip
de audio instalados na parte de trás:
O aparelho é relativamente fácil de desmontar e oferece uma bateria
removível. O principal problema é que o vidro é fundido à tela AMOLED e a
própria tela é fundida à carcaça. Esta é provavelmente uma opção de
design para melhorar a rigidez do aparelho, mas que por outro lado torna
muito mais caro o reparo caso o dono deixe o aparelho cair e a tela
trinque. Você pode notar que a própria equipe que fez a desmontagem
acabou por quebrar o vidro ao tentar separá-lo da tela:
O fato de o Galaxy S III utilizar uma construção plástica, com uma tela tão grande e uma área bem estreita em torno dela, faz com que a tela tenda a ser a vítima mais provável em caso de quedas, um motivo a mais para redobrar os cuidados.
Embora a construção dos aparelhos atuais, com o digitalizador montado sobre o vidro da tela permita que os aparelhos permaneçam funcionais mesmo que a tela trinque (já que o trinco dificilmente vai romper o digitalizador, ficando assim separado do seu dedo por ele), você provavelmente não vai gostar muito da experiência de usar um aparelho com o vidro trincado e terá dificuldades em passá-lo adiante.
Via: Hardware
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