A boa notícia é que o barateamento dos componentes deve fazer com que os preços dos ultrabooks caiam para a casa dos US$ 600 a US$ 700, a faixa de preço que os analistas calculam que é necessária para que a plataforma deslanche, a partir de 2013.
Em outra notícia relacionada, o Digitimes prevê também que os modelos remanescentes da primeira geração de ultrabooks começarão a ser vendidos com descontos de 20 a 30% a partir de março, conforme os fabricantes passarem a introduzir novos modelos e começarem a se livrar os inventários anteriores. Considerando que muitos dos primeiros modelos de ultrabooks oferecem uma construção melhor que muitos dos atuais, comprar um por de US$ 750 a US$ 950 pode não ser um negócio tão ruim assim.
Para quem quer um ultraportátil e não acha viável gastar tanto em um ultrabook (afinal, US$ 1000 acabam virando quase R$ 4000 no Brasil devido ao transporte e impostos), vale à pena acompanhar os passos da AMD, que está também entrando no mercado, oferecendo a solução para um dos principais problemas dos fabricantes que estão desenvolvendo ultrabooks com processadores Intel, que é o elevado preço da plataforma (processador + chipset), que chega a devorar quase 50% do custo total de produção.
Não podemos nos esquecer também de opções de netbooks e sub-notebooks baseados na plataforma Brazos, que são baratos e podem servir como substitutos aos ultrabooks em muitas situações.
Via: Hardware
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