No que se refere ao mercado corporativo, as ofertas de cloud computing dividem-se em três vertentes principais: a utilização da nuvem pública para acesso a serviços baseados em web ou para hospedagem de aplicações; as nuvens privadas, em que as empresas trazem as características da cloud computing para dentro de seus data centers; e, finalmente, os ambientes híbridos, em que gestores de TIC combinam o que há de melhor dos dois mundos.
"As nuvens privadas e híbridas foram o caminho encontrado por clientes corporativos e pela indústria para atender tanto às aspirações por inovação, elasticidade e flexibilidade por parte dos usuários, quanto aos requisitos de controle dos líderes corporativos", explica Amorim. "A criação de uma nuvem privada depende, porém, de uma profunda mudança na postura por parte dos profissionais de TI". Isso porque, segundo detalha o executivo, não basta virtualizar o data center e adotar softwares que automatizem os processos. É necessário que o departamento de TI da companhia esteja preparado para disponibilizar um portfólio de serviços para cada área de negócio, com pouca ou nenhuma interferência.
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Fonte: http://olhardigital.uol.com.br
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