quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Alguns recursos do Fedora 17: Btrfs por padrão, executáveis no /usr e GNOME Shell sem aceleração 3D

O Fedora 17 deve experimentar uma série de mudanças no comportamento padrão da distro, que futuramente poderão ser replicadas para outras distribuições, como geralmente acontece.

Entre as mudanças praticamente certas está a adoção do sistema de arquivos Btrfs por padrão. Ele seria padrão no Fedora 16, mas não foi possível. O Btrfs precisa de um sistema mais funcional para checagem de erros e recuperação da estrutura em caso de falhas. Enquanto uma ferramenta de verificação e correção eficiente não aparecer, ele ficará de fora como sistema padrão. Se não conseguirem nada, poderá ser adiado novamente, sendo deixado de lado também no Fedora 17.

Outra mudança esperada é a centralização de programas e bibliotecas no diretório /usr. Tudo o que está nas pastas /lib, /lib64, /bin e /sbin irá para o /usr, deixando a estrutura do sistema mais polida. Por motivos de compatibilidade, como era de se esperar, serão mantidos links simbólicos para os novos locais.

Essa mudança é importante pois agiliza algumas tarefas no sistema, como backup e manutenção, além de possibilitar outros usos. A partição pode ser remota, montada em modo somente-leitura, compartilhada com outros computadores... Pelo menos em teoria isso simplificaria a administração e manutenção do sistema, além de poder aumentar a eficiência na segurança - é mais fácil manter uma partição só em modo somente-leitura talvez num outro servidor, do que quatro.

Entre outras coisas deveremos ver também uma versão do GNOME Shell que roda sem precisar de aceleração gráfica 3D. Essa será uma evolução e tanto para o ambiente, já que há uma tendência de eliminar logo o modo fallback. O sistema ficaria mais consistente, agradando usuários de computadores e notebooks com especificações mais básicas.

Fonte: www.hardware.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário