Os jogos
fazem parte de nossa cultura, são admirados por todas as faixa
etárias e podem trazer muitos benefícios às crianças, tais como:
melhorar a concentração, memória, coordenação motora, desenvolver a
criatividade e a capacidade de raciocínio, desta forma, podem e devem ser
utilizados como um aliado dos pais na educação das crianças.
É uma
forma lúdica de elaborar dificuldades . A criança busca jogos com conteúdos
violentos como uma forma de elaborar a realidade com a qual ela tem de conviver
em seu dia-a-dia.
Quando ela interage com este tipo de jogo está exercitando em si mesma o potencial para lidar com as adversidades, fortalecendo-se diante da realidade.
Para que
os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo
correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é
necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns
pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games
por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta
forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do
“lado de fora”.
Por outro
lado, tentando “proteger” isolando seu filho numa atividade de forma contínua e
bitolada como nos games, estará privando seu filho de outras atividades
saudáveis e necessárias, gerando um vício pelo entretenimento sem limites.
Os pais
temem que os jogos agressivos estimulem a agressividade em suas crianças,
porém, isto vai depender muito de caso a caso. Cada pessoa irá responder de
forma diferente aos estímulos que recebe, portanto, o que os pais e
responsáveis podem fazer é auxiliar na escolha dos jogos, evitando a escolha
aleatória e controlando ao freqüência, impedindo também o uso demasiado dos
jogos.
Em alguns
casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos
de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros
casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por
este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo
está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou
educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para
as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a
faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo,
desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo
a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa
cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os
adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia
necessária à criança.
O ideal é
que os pais limitem o uso deste tipo de entretenimento até no máximo em uma
hora por dia para que não se torne prejudicial à saúde da criança, além disso,
os pais devem determinar horários para o uso dos games, de forma que
estes não interfiram em outros compromissos da criança, propiciando tempo para
outras ocupações importantes. É importante diversificar as atividades das
crianças ampliando os estímulos necessários ao seu desenvolvimento global.
Na fase
da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos
pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo
integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras
forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser
propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser
cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados,
de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente
as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação
entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são
uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento
com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos
violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
- See
more at: http://www.psicologaregina.com.br/?p=263#sthash.Jr7oKjLw.dpuf
Os
jogos fazem parte de nossa cultura, são admirados por todas as faixa
etárias e podem trazer muitos benefícios às crianças, tais como:
melhorar a concentração, memória, coordenação motora, desenvolver a
criatividade e a capacidade de raciocínio, desta forma, podem e devem
ser utilizados como um aliado dos pais na educação das crianças.

É uma forma lúdica de elaborar dificuldades . A criança busca jogos com conteúdos violentos como uma forma de elaborar a realidade com a qual ela tem de conviver em seu dia-a-dia.
Quando ela interage com este tipo de jogo está exercitando em si mesma o potencial para lidar com as adversidades, fortalecendo-se diante da realidade.
Para que os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do “lado de fora”.
Por outro lado, tentando “proteger” isolando seu filho numa atividade de forma contínua e bitolada como nos games, estará privando seu filho de outras atividades saudáveis e necessárias, gerando um vício pelo entretenimento sem limites.
Os pais temem que os jogos agressivos estimulem a agressividade em suas crianças, porém, isto vai depender muito de caso a caso. Cada pessoa irá responder de forma diferente aos estímulos que recebe, portanto, o que os pais e responsáveis podem fazer é auxiliar na escolha dos jogos, evitando a escolha aleatória e controlando ao freqüência, impedindo também o uso demasiado dos jogos.
Em alguns casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo, desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia necessária à criança.

O ideal é que os pais limitem o uso deste tipo de entretenimento até no máximo em uma hora por dia para que não se torne prejudicial à saúde da criança, além disso, os pais devem determinar horários para o uso dos games, de forma que estes não interfiram em outros compromissos da criança, propiciando tempo para outras ocupações importantes. É importante diversificar as atividades das crianças ampliando os estímulos necessários ao seu desenvolvimento global.
Na fase da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados, de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
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Quando ela interage com este tipo de jogo está exercitando em si mesma o potencial para lidar com as adversidades, fortalecendo-se diante da realidade.
Para que os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do “lado de fora”.
Por outro lado, tentando “proteger” isolando seu filho numa atividade de forma contínua e bitolada como nos games, estará privando seu filho de outras atividades saudáveis e necessárias, gerando um vício pelo entretenimento sem limites.
Os pais temem que os jogos agressivos estimulem a agressividade em suas crianças, porém, isto vai depender muito de caso a caso. Cada pessoa irá responder de forma diferente aos estímulos que recebe, portanto, o que os pais e responsáveis podem fazer é auxiliar na escolha dos jogos, evitando a escolha aleatória e controlando ao freqüência, impedindo também o uso demasiado dos jogos.
Em alguns casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo, desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia necessária à criança.
O ideal é que os pais limitem o uso deste tipo de entretenimento até no máximo em uma hora por dia para que não se torne prejudicial à saúde da criança, além disso, os pais devem determinar horários para o uso dos games, de forma que estes não interfiram em outros compromissos da criança, propiciando tempo para outras ocupações importantes. É importante diversificar as atividades das crianças ampliando os estímulos necessários ao seu desenvolvimento global.
Na fase da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados, de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
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jogos fazem parte de nossa cultura, são admirados por todas as faixa
etárias e podem trazer muitos benefícios às crianças, tais como:
melhorar a concentração, memória, coordenação motora, desenvolver a
criatividade e a capacidade de raciocínio, desta forma, podem e devem
ser utilizados como um aliado dos pais na educação das crianças.

É uma forma lúdica de elaborar dificuldades . A criança busca jogos com conteúdos violentos como uma forma de elaborar a realidade com a qual ela tem de conviver em seu dia-a-dia.
Quando ela interage com este tipo de jogo está exercitando em si mesma o potencial para lidar com as adversidades, fortalecendo-se diante da realidade.
Para que os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do “lado de fora”.
Por outro lado, tentando “proteger” isolando seu filho numa atividade de forma contínua e bitolada como nos games, estará privando seu filho de outras atividades saudáveis e necessárias, gerando um vício pelo entretenimento sem limites.
Os pais temem que os jogos agressivos estimulem a agressividade em suas crianças, porém, isto vai depender muito de caso a caso. Cada pessoa irá responder de forma diferente aos estímulos que recebe, portanto, o que os pais e responsáveis podem fazer é auxiliar na escolha dos jogos, evitando a escolha aleatória e controlando ao freqüência, impedindo também o uso demasiado dos jogos.
Em alguns casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo, desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia necessária à criança.

O ideal é que os pais limitem o uso deste tipo de entretenimento até no máximo em uma hora por dia para que não se torne prejudicial à saúde da criança, além disso, os pais devem determinar horários para o uso dos games, de forma que estes não interfiram em outros compromissos da criança, propiciando tempo para outras ocupações importantes. É importante diversificar as atividades das crianças ampliando os estímulos necessários ao seu desenvolvimento global.
Na fase da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados, de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
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Para que os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do “lado de fora”.
Por outro lado, tentando “proteger” isolando seu filho numa atividade de forma contínua e bitolada como nos games, estará privando seu filho de outras atividades saudáveis e necessárias, gerando um vício pelo entretenimento sem limites.
Os pais temem que os jogos agressivos estimulem a agressividade em suas crianças, porém, isto vai depender muito de caso a caso. Cada pessoa irá responder de forma diferente aos estímulos que recebe, portanto, o que os pais e responsáveis podem fazer é auxiliar na escolha dos jogos, evitando a escolha aleatória e controlando ao freqüência, impedindo também o uso demasiado dos jogos.
Em alguns casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo, desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia necessária à criança.
O ideal é que os pais limitem o uso deste tipo de entretenimento até no máximo em uma hora por dia para que não se torne prejudicial à saúde da criança, além disso, os pais devem determinar horários para o uso dos games, de forma que estes não interfiram em outros compromissos da criança, propiciando tempo para outras ocupações importantes. É importante diversificar as atividades das crianças ampliando os estímulos necessários ao seu desenvolvimento global.
Na fase da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados, de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
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etárias e podem trazer muitos benefícios às crianças, tais como:
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ser utilizados como um aliado dos pais na educação das crianças.

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Quando ela interage com este tipo de jogo está exercitando em si mesma o potencial para lidar com as adversidades, fortalecendo-se diante da realidade.
Para que os jogos tenham resultados benéficos, estes devem ser utilizados de modo correto. No momento em que as crianças ainda estão em fase de formação é necessário que elas sejam monitoradas.
Alguns pais optam em deixar seus filhos utilizando indiscriminadamente os games por temer a violência urbana. Acredito que é mais fácil e seguro agir desta forma, pois possuem controle sobre os filhos, evitando os riscos do mundo do “lado de fora”.
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Em alguns casos os jogos violentos podem ser uma forma de extravasar tensões e aliviar sentimentos de angústia proporcionando uma sensação de alívio e conforto, já em outros casos pode suscitar um comportamento mais agressivo em relação ao mundo, por este motivo é fundamental o uso monitorado.
O perigo está no uso demasiado e na escolha aleatória dos jogos por parte dos pais ou educadores. É um instrumento lúdico que pode ser muito interessante e rico para as crianças, porém, deve ser controlado e escolhido com cuidado, observando a faixa etária apropriada, até mesmo os jogos violentos não oferecem perigo, desde que seja para uma faixa etária correta, pois de alguma forma estão tendo a oportunidade de elaborar os seus sentimentos mais agressivos. Em nossa cultura sempre brincamos de “formas violentas” em nossa infância, contudo os adultos tendem a imaginar as cenas dos jogos como reais e não como uma fantasia necessária à criança.

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Na fase da adolescência esse controle se torna ainda mais difícil, já que a maioria dos pais trabalham e não tem condições de supervisionar os filhos em tempo integral. Desta forma vale o castigo de ficar sem o vídeo game quando as regras forem descumpridas e o diálogo deve sempre estar presente. Devem ser propostos acordos com seu filho de forma que os deveres devam ser cumpridos antes dos lazeres e que os tipos de jogos devem ser diversificados, de forma a minimizar a interação do seu filho somente com situações violentas.
Atualmente as pesquisas ainda não mostram resultados conclusivos a respeito da relação entre jogos violentos e tendências agressivas nas crianças. Os games não são uma influência positiva ou negativa. Eles são somente um entretenimento com uma gama gigante de possibilidades desde jogos educativos à jogos violentos. E cabe aos pais e educadores decidirem por qual optar.
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