sábado, 26 de novembro de 2011
Hackers ou bandidos?
Segundo reportagem exclusiva da revista Exame (edição nº 1004 – 16/11/11), um diretor de tecnologia (CIO) do Banco Panamericano alterou um software que registrava movimentações na carteira de transações financeiras.
“Modificado geneticamente”, era possível vender o mesmo contrato para bancos diferentes. Com a transação fraudulenta, era possível inflar o patrimônio do Panamericano.
Quando o Banco Central descobriu a fraude em 2010, os técnicos de informática do setor de tecnologia tiveram que inventar uma maneira de despistar os investigadores.
Entre 1º e 3 de outubro profissionais de TI criaram uma outra base de dados mais conhecida como “Tabelão” para ocultar as carteiras recompradas pelo banco fraudador e não registradas. Elas apareceriam como erro e não como resultado de fraudes para os auditores do Banco Central. E agora?
Os profissionais de TI que participaram do crime terão muito tempo para se especializar. Mestrado, MBA, doutorado e pós-doutorado à distância quando estiverem cumprindo pena de no mínimo 30 anos.
Fonte: http://www.quemel.blog.br/
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